Talento e garra marcam o Torneio de Vôlei do Dia da Mulher
A energia das quadras também fez parte das comemorações do Dia da Mulher na APCEF-PR. No dia 14 de março, 40 associadas participaram do torneio alusivo à data, em disputas marcadas pela técnica e pelo companheirismo. Organizada em oito times, a competição homenageou a trajetória feminina com uma programação completa, que uniu espírito competitivo e confraternização.
Em quadra, as equipes tiveram a oportunidade de mostrar a sua força em cada saque, bloqueio, passe e ataque. Ao final, o time vencedor foi a equipe Rosa, composta por Carol Paes, Gabrielle Silveira, Luzilete Falavinha, Marianne Manzano, Rosângela Teixeira, Bruna Palmer e Ana Luiza Cavalcante. A equipe Gold foi a vice-campeã e a Violeta, a terceira colocada.
Os três primeiros times classificados receberam medalhas, mas todas as participantes receberam uma lembrancinha especial.
A força do esporte
Mais do que vencer uma competição, o torneio reforçou o espírito de luta, dedicação e união que as mulheres demonstram todos os dias. Rosângela Teixeira, integrante do time campeão, conta que o vôlei ocupa um lugar muito importante na sua vida, com recompensa maior do que vitórias e medalhas.
“O vôlei me traz alegria, disciplina, a importância de saber ganhar e perder, o trabalho em equipe, entre outros benefícios. A medalha é o símbolo da garra, do foco e da capacidade do time em jogar junto. Com exceção de momentos como a maternidade, nunca parei de jogar, pois é um esporte muito importante na minha vida”, ressalta a associada.
Marianne Manzano, outra integrante do time campeão, reforça o quanto o torneio fez bem para ela e para todas as participantes, com a troca de experiências e espírito de equipe que a competição traz.
“Quando se tem confiança com corpo, ganha-se saúde para poder realizar tudo o que é necessário. O vôlei é aquele momento de pausa, em que recarrego as energias para a rotina da casa, da família e do trabalho. Mais que isso, me sinto valorizada e gosto de ter essa troca de energia com meninas de outras gerações, o que só enriquece nossa experiência, nosso jogo e, de quebra, trouxe uma conquista”, comenta Marianne.

