Caixa celebra 165 anos de impacto social e compromisso com o Brasil
A Caixa Econômica Federal completa, nesta segunda-feira (12 de janeiro), 165 anos de história ligada ao crescimento do Brasil. Fundada em 1861, com o propósito de incentivar a poupança, a instituição tornou-se apoio fundamental no desenvolvimento econômico e social do país, alcançando quase todos os cantos do território brasileiro.
Com cerca de 84,3 mil empregados e rede que supera 3,2 mil agências, a Caixa atende às necessidades e projetos de 156 milhões de brasileiros. Mais do que um banco comercial, atua como o principal agente de políticas sociais do governo federal, o que inclui financiamentos habitacionais e gestão do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), opera loterias, empréstimo sob penhor, entre outros serviços.
Em defesa dos empregados da Caixa
Para o presidente da APCEF-PR, Jesse Krieger, o alicerce do banco é constituído fundamentalmente por seus colaboradores que, não importando qual seja a adversidade, estão sempre a postos para atender os brasileiros e prestar auxílio em momentos difíceis.
“A sobrevivência da Caixa se deve principalmente ao profissionalismo dos seus empregados. Vimos isso na linha de frente da pandemia e, mais recentemente, nas enchentes do Rio Grande do Sul, onde colegas não mediram esforços para amparar a população”, recorda o presidente.
Ao completar 165 anos, a Caixa enfrenta o desafio de se manter moderna sem perder sua essência 100% pública e social. A APCEF-PR reforça que a qualidade do atendimento ao cidadão está diretamente ligada às condições de trabalho e à valorização do empregado - ainda mais, neste momento, em que mais agências estão sendo fechadas.
“Nossa atuação é voltada ao fortalecimento do banco e à defesa intransigente dos associados, sejam empregados da ativa ou aposentados. Também defendemos a sustentabilidade da Funcef, a manutenção do Saúde Caixa e outros temas de interesse da categoria. Ao falar de um banco que faz tanta diferença na vida dos brasileiros, devemos render homenagens aos seus gloriosos empregados”, Krieger.

